sábado, 26 de janeiro de 2008

Nunca deixe de voar

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Outra Vez/Roberto Carlos

Obrigada


Hoje resolvi agradecer a uma pessoa. Sem dizer nomes, apenas chamarei de você...






Obrigada a você que insistiu em mudar o meu não para um sim.
Obrigada a você pelos sorrisos dados de graça.

Obrigada a você pelos abraços em silêncio.

Obrigada a você pelos beijos que sinto ate hoje.

Obrigada a você que tem um cheiro inesquecivelmente maravilhoso.

Obrigada a você que riu das minhas besteiras.

Obrigada a você que me fez rir das suas besteiras.

Obrigada a você pelos olhares desejosos.

Obrigada a você pelo apelido que jamais será usado com outro alguém.

Obrigada a você que dançou comigo na pista do meu quarto.
Obrigada a você que mostrou raiva em um erro meu.
Obrigada a você que pensava em mim na distancia de dois bairros.

Obrigada a você que sorria ao atender minhas ligações.

Obrigada a você que repetiu incessantemente "Não esquece que eu te adoro" mesmo nunca recebendo um "Eu também".
Obrigada a você que sorriu ao ouvir 'Estou me apaixonando por você".
Obrigada a você que nunca levantou a voz mesmo querendo.
Obrigada a você que me fez tão bem.

Obrigada a você que não faz ideia da importância que teve.

Obrigada a você que me mostrou que não se deve ter medo de demonstrar o que se sente.

Obrigada a você pelas diferenças.

Obrigada a você, só você, que me viu mulher.
Obrigada a você que iluminou a minha escuridão.
Obrigada a você que me mostrou que a saudade é a maior prova que o passado valeu a pena.

Obrigada a você... Obrigada a você...


quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Smile


Smile, though your heart is aching
Sorria, embora seu coração esteja doendo
Smile, even though it's breaking
Sorria, mesmo que ele esteja partido
When there are clouds in the sky
Quando há nuvens no céu
You'll get by...
Você sobreviverá...

If you smile
Se você sorri
With your fear and sorrow
Com seu medo e tristeza
Smile and maybe tomorrow
Sorria e talvez amanhã
You'll find that life is still worthwhile if you'll just...
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...
Smile
Sorrir

Light up your face with gladness
Ilumine sua face com alegria
Hide every trace of sadness
Esconda todo rastro de tristeza
Although a tear may be ever so near
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
That's the time you must keep on trying
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Smile, what's the use of crying?
Sorria, pra que serve o choro?
You'll find that life is still worthwhile
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
If you'll just...
Se você apenas...
Smile
Sorrir


(Charles Chaplin)


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O Caçador de pipas


O livro mais extraordinário que eu já li.Eu estava esperado o filme a 2 anos. Descobri hoje (a 20 minutos) que o filme vai ser lançando dia 18 agora. Obviamente que me empolguei!
O livro une os temas como amizade, família, culpa e redenção. Deixa um pouco de lado o "Afeganistão Guerra" e explora o "Afeganistão Humano". E nos lembra que "Sempre há uma chance para voltarmos a ser bons de novo".



Depois que eu assistir o filme, venho aqui dar meu veredicto...
:)







domingo, 13 de janeiro de 2008

Meu nome não é Johnny



Pois é, mais um filme brasileiro de 1ª. O cinema brasileiro está evoluindo a olhos vistos. Selton Mello numa atuação de prender a atenção. Digo que um bom ator te faz esquecer dele e você passa a ver o personagem (é meio obviu isso, mas não é todo ator que consegue isso não.). Cleo Pires também está muito bem. Eu que fazia pouco caso dela, achando que não era boa atriz, mas nesse filme ela já mudou bastante minha opinião.
Bom do filme, é que o personagem principal ainda vive e esteve junto nas gravações. Isso obviamente aumentou a qualidade do filme.
No Blog do João Estrela (
http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br/blogjoao/), ele fala da 1ª vez que viu o filme: " Consegui subir as escadas e vi o filme em pé e espremido. Me senti um espião de emoções alheias caindo na própria armadilha. Chorei, gargalhei, sofri, me diverti, como se não fosse eu que estivesse sendo representado. Foi lindo ver o cinema gargalhando e chorando.
Li criticas do filme dizendo: "... a vida de Johnny é mostrada como uma sucessão de episódios que se encadeiam de forma algo aleatória, como se as pessoas não tivessem responsabilidade pelo que fazer." (a crítica toda:
http://colunas.g1.com.br/maquinadeescrever/2008/01/08/)
Eu discordo totalmente do que é falado nessa pagina. O filme mostra claramente como a família é importante, independente da classe social. Uma cena que me chamou muito a atenção p/ isso foi quando João dando festa na casa, e o pai no andar de cima. A displicência desse pai e da mãe foi enorme. O que faltou em João foi limite. Ele diz isso à juíza, afirmando não saber a diferença entre o que é dentro e fora da lei, porque na sua vida as coisas foram acontecendo.
A juíza acreditar na mudança do ser humano foi outro ponto forte na minha opinião. No final ela diz "João Guilherme é a prova viva de que é viável recuperar as pessoas. É o atestado de que a nossa luta não é em vão".
A única coisa que faltou p/ mim foi mostrar os efeitos das drogas. Achei que foi muito suave. Mas tirando isso, o filme merece aplausos...


O site oficial do filme:
http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br


Frase do filme: "O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos."


quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Revolução da alma


Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.

Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão de ser da sua vida é você mesmo.

A sua paz interior deve ser a sua meta de vida; quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe dentro de si.

Pare de procurar a sua felicidade cada dia mais longe.

Não tenha objetivos longe demais das suas mãos, abrace aqueles que estão ao seu alcance hoje.

Se está desesperado devido a problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque no seu interior a resposta para se acalmar, você é reflexo do que pensa diariamente.

Pare de pensar mal de si mesmo, e seja o seu próprio melhor amigo, sempre.
Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.
Então abra um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para lhe oferecer.

Com um sorriso, as pessoas terão melhor impressão sua, e você estará afirmando para si mesmo, que está "pronto"para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de esperar que a felicidade chegue sem trabalho.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.

Agradeça tudo aquilo que está na sua vida, neste momento, incluindo nessa gratidão, a dor.
A nossa compreensão do universo ainda é muito pequena, para julgarmos o que quer que seja na nossa vida.

"A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las."


(Aristóteles)


quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Tire-o da cabeça


Você estava apaixonado por alguém e levou um fora. Acontece mais do que acidente de avião, desastre com romeiros e incêndio na floresta. Corações partidos é o grande drama nacional. O que fazer? Ainda não lançaram um manual de auto-ajuda que consiga eliminar nossa fossa, e dos amigos só podemos esperar uma frase, repetida à exaustão: tire esse cara da cabeça. Parece fácil. Mas alguém aí me diga: como é que se tira alguém de um lugar tão cheio de mistérios?

Gostar de alguém é função do coração, mas esquecer, não. É tarefa da nossa cabecinha, que aliás é nossa em termos: tem alguma coisa lá dentro que age por conta própria, sem dar satisfação. Quem dera um esforço de conscientização resolvesse o assunto: não gosto mais dele, não quero mais saber daquele prepotente, desapareça, um, dois e já!

Parece que funcionou. Você sai na rua para testar. Sim, você conseguiu: olhou vitrines, comeu um sorvete e folheou duas revistas sem derramar uma única lágrima. Até que começa a tocar uma música no rádio e desanda a maionese. Você não tirou coisa alguma da cabeça, ele ainda está lá, cantando baixinho pra você.

Táticas. Não ficar em casa relendo cartas e revendo fotos. Descole uma festa e produza-se para matar. Você bem que tenta, mas nada sai como o planejado. Os casais que se beijam ao seu lado são como socos no estômago. Você se sente uma retardada na pista de dança. Um carinha puxa papo com você e tudo o que ele diz é comparado com o que o seu ex diria, com o que o seu ex faria. Chamem o EccoSalva.

Livros. Um ótimo hábito, mas em vez de abstrair, você acha que tudo o que o escritor escreve é para você em particular, tudo tem semelhança com o que você está vivendo, mesmo que você esteja lendo sobre a erupção do Vesúvio que soterrou Pompéia.

Viajar. Quem vai na bagagem? Ele. Você fica olhando a paisagem pela janela do ônibus e só no que pensa é onde ele estará agora, sem notar que ele está ali mesmo, preso na sua mente.

Livrar-se de uma lembrança é um processo lento, impossível de programar. Ninguém consegue tirar alguém da cabeça na hora que quer, e às vezes a única solução é inverter o jogo: em vez de tentar não pensar na pessoa, esgotar a dor. Permitir-se recordar, chorar, ter saudade. Um dia a ferida cicatriza e você, de tão acostumada com ela, acaba por esquecê-la. Com fórceps é que a criatura não sai.


(Martha Medeiros)


Oração de São Francisco de Assis


Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.







sábado, 5 de janeiro de 2008

Tudo Passa


Chove lá fora e eu não tenho mais você
quanta vontade de te ver
saudade é a tempestade que fecha o verão
é o ultimo suspiro da paixão

mas hoje eu sei que volta sempre o sol
e o escuro da noite vai clarear
e anunciar um novo amor

o tempo passa e com ele passa a dor
pois tudo passa ate o amor
na companhia de um bom livro e um violão
vou vivendo com a minha solidão

mas hoje eu sei que volta sempre o sol
e o escuro da noite vai clarear
e anunciar um novo amor

(Marjorie Estiano)

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Canções de Rei


Se eu fosse algum rei, fosse o teu Senhor
Eu proclamava, a tua boca um reinado meu
O teu corpo nu, meu santuário
Se eu fosse algum rei, teu Imperador
Eu ordenava, teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário
Inventava canções de rei
Conquistava o teu amor
Desobedeceria a lei
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor


(
Max Viana)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Receita de Ano Novo



Para você ganhar belíssimo Ano Novo

cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

(Carlos Drummond de Andrade)


sábado, 29 de dezembro de 2007

Uma Verdade Inconveniente



O ex-vice-presidente Al Gore é motivo de chacota nos Estados Unidos desde sua derrota para George W. Bush na corrida presidencial de 2000, nos Estados Unidos. Os excelentes Trey Parker e Matt Stone sempre o mostraram em South Park com um perdedor patético pela inabilidade de superar esse fato. E, segundo as mentes criadoras do programa, isso resultou em Gore viajar pelo mundo alertando sobre os perigos de uma espécie de Pé Grande, um fantasma chamado de “ManBearPig”, que poderia destruir o mundo. Essa sátira explícita foi criada em cima das palestras que Gore vem dando pelo planeta sobre os graves problemas causados pelo aquecimento global e a liberação excessiva de gases CO2. Mas para os desinformados, Gore já faz isso desde a sua eleição para a Câmara de Deputados nos anos 70 e não por causa de sua derrota para Bush. Uma verdade inconveniente (An inconveniente truth, 2006) é o registro cinematográfico sobre essa faceta de Gore desconhecida do grande público.

O documentário é essencialmente uma versão em película do slide-show que Gore vem exibindo desde 1978 sobre a sistemática destruição do meio ambiente, devido ao dióxido de carbono preso na atmosfera terrestre. Segundo Gore, o debate está terminado. A comunidade científica concorda que o planeta está aquecendo e os responsáveis somos nós. Os efeitos têm sido e serão ainda mais catastróficos. Em sua palestra, Gore apresenta dados factuais que as calotas polares estão derretendo, o nível dos oceanos está subindo e o clima vem apresentando mudanças drásticas de comportamento. Isso tudo resulta numa constância de furacões, enchentes, seca, praga de insetos e epidemias. O efeito no futuro será um caos político, econômico e social.

O filme abre com Gore falando para um auditório apoiado por projeções, slides e vídeos. Até o humor se faz presente com um pequeno curta de Matt Groening, criador dos Simpsons. Ao mesmo tempo, o acompanhamos em aeroportos, dentro do carro e quartos de hotel, representando que a sua cruzada tem sido pelo mundo e não só nos Estados Unidos. Chega a ser surpreendente vê-lo articulado, inteligente, entendido e passional sobre o assunto. Bem diferente do monossilábico e atrapalhado candidato a presidência do passado. Ele consegue explicar o problema de forma clara e simples, usando citações de Mark Twain e Upton Sinclair. Ele emprega gráficos com mapas de estatísticas atmosféricas sobre milhões de anos lado a lado com fotografias da Patagônia, do Kilimanjaro, dos Alpes e da Antártida, entre outros locais, para revelar o impacto produzido pelo homem durante anos no meio ambiente. Chega a mostrar a diferença do que foi noticiado pelos os veículos de mídia norte-americanos e os cientistas sobre as causas do Furacão Katrina. Fica evidente que o lobby protagonizado por certos grupos poderosos influencia os meios de comunicação.

Parte biográfico, o filme também mostra que Gore foi introduzido no assunto quando ainda era universitário, durante uma palestra de Roger Revelle, um professor de Harvard. Revelle foi um dos pioneiros na medição de dióxido de carbono na atmosfera. A família de Gore, que plantava tabaco, também foi uma influência. Ele revela que o falecimento de sua irmã por câncer de pulmão provocou uma mudança na utilização do solo de suas fazendas. Outro fator importante foi a quase morte de seu filho num acidente de carro. Através dessas tragédias pessoais, o filme ganha um lado humano. E com esses elementos fica mais fácil acontecer uma identificação da epístola com os espectadores. Essa conscientização gera uma reflexão: parte do problema poderia ser evitado, se aplicássemos uma série de mudanças em nossos hábitos diários.

Mesmo assim, o cineasta Davis Guggenheim, um veterano da TV (dirigiu episódios de 24 Horas e The Shield), não cai nas armadilhas do patriotismo. Ele utiliza um tom ingênuo para dar ritmo ao filme. Inevitavelmente o tema da corrida presidencial de 2000 chega. Nessa hora, Guggenheim acelera o máximo possível com uma montagem de clipes e alguns comentários pouco eloqüentes de Gore. Um outro ponto negativo é uma certa aura de superstar criada em torno do documentado. Como também incomoda o estilo didático da produção, orientado para converter. Mas vale dizer que Gore não queria fazer o filme e precisou ser persuadido para participar do projeto. Foi convencido pela importância da mensagem, até porque somos ao mesmo tempo os vilões e as vítimas dessa história.


ESTÁ PRONTO PRA MUDAR SUA FORMA DE VIVER?

A CRISE DO CLIMA PODE SER RESOLVIDA

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SE PUDER, COMPRE UM CARRO HÍBRIDO.

QUANDO PUDER, CAMINHE OU ANDE DE BICICLETA.

QUANDO PUDER, USE O METRÔ OU O TRANSPORTE PÚBLICO

DIGA À SEUS PAIS QUE NÃO ARRUINEM O MUNDO EM QUE VAI VIVER

SE É PAI, JUNTE-SE À SEUS FILHOS

PARA SALVAR O MUNDO EM QUE IRÃO VIVER

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CHAME SUA CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA E VEJA SE OFERECEM ENERGIA VERDE

SE DISSEREM NÃO, PERGUNTE POR QUE

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SE NÃO TE OUVIREM, CORRA AO CONGRESSO

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FALE EM SUA COMUNIDADE

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NAS PALAVRAS DE UM ANTIGO PROVÉRBIO AFRICANO:

QUANDO VOCÊ REZA, SEUS PÉS MEXEM:

ENCORAGE TODOS QUE CONHECE À VER ESSE FILME.

APRENDA TUDO O QUE PUDER SOBRE A CRISE DO CLIMA.

E ENTÃO PONHA O SEU CONHECIMENTO EM AÇÃO.

UMA VERDADE INCONVENIENTE



http://www.youtube.com/watch?v=Yh330_gkOsU


sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Pérolas


Uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas.


Pérolas são produtos da dor; resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.


As pérolas são feridas curadas.


Na parte Interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada Nácar. Quando um grão de areia a penetra, as células do Nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.


Uma Ostra que não foi ferida de algum modo, não produz pérolas pois as pérolas são feridas cicatrizadas.



· Você já se sentiu ferido por palavras rudes de alguém?
· Já pôs a sua confiança em alguém que lhe enganava?

· Já foi acusado de ter dito e feito coisas que não disse e não fez?

· Já foi traído a ponto de ver seus sonhos ruírem?

· Você já sofreu os duros golpes do preconceito?

· Já recebeu o troco da indiferença e,

· de algum modo, sente-se injustiçado ou prejudicado por alguém?



Então, produza uma pérola.

Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.


Infelizmente são poucas as pessoas que se interessam por este tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

Na prática, o que vemos, são muitas ostras vazias. Não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

A Paz


É preciso pensar um pouco nas pessoas que ainda vêm...
nas crianças.
A gente tem que arrumar um jeito de deixar pra eles um
lugar melhor.
Para os nossos filhos e para os filhos de nossos
filhos.
Pense bem!

Deve haver um lugar dentro do seu coração
Onde a paz brilhe mais que uma lembrança
Sem a luz que ela traz já nem se consegue mais
encontrar o caminho da esperança
Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens
Se fazendo irmão, estendendo a mão

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a Terra inteira feliz

Se você for capaz de soltar a sua voz
Ter um mar, como prece de criança
Deve então começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança

Deixo que esse canto lave o pranto do mundo
Pra trazer perdão, dividir o pão.

Quanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem,
pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm.
A lição que o futuro vem da alma e do coração,
pra buscar a paz, não olhar pra trás com amor.

Se você começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança.

(Roupa Nova/versão original:
Heal the World - Michael Jackson)


Feliz Natal!


domingo, 23 de dezembro de 2007

À Noite Sonhei Contigo/Paula Toller



À noite sonhei contigo
E não tava dormindo
Justo ao contrario
Estava bem desperto

Sonhei que não fazia
O menor esforço
Para que te entregasses
Em ti já estava imerso

Que lindo que é sonhar
Sonhar não custa nada
Sonhar e nada mais
De olhos bem abertos
Que lindo que é sonhar
E não te custa nada mais que tempo

Sofrer com tanta angústia
Por coisas tão pequenas
Gastar essa energia
Assim não vale à pena

Quem me dera me livrar
Pra sempre de mim mesmo
E só me reencontrar
Lá no teu doce abismo

Memória


Amar o perdido
deixa confundido este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão

Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão


(Carlos Drummond de Andrade)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Cartas de amor...


Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor, têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas...

(Fernando Pessoa)

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Sentindo saudades...



Saudade não se teoriza, se sente. É presença da ausência. Mas há saudade e saudade. Saudade cruel e saudade doce, boa. A saudade cruel é aquela do que está longe.
Do que vislumbramos, conhecemos até, mas não temos dentro de nós.
Essa dói, machuca, tira o sono, maltrata, rouba o riso, modifica o olhar, entristece.
Mas não é saudade, de fato, é falta. Falta do que, ou de quem não se têm. Falta é verbo que tem cheiro de vazio, é lacuna; saudade é substantivo que se transforma em advérbio de intensidade, intensidade do sentir. É sensação, é plenitude, é lembrança. E somos afortunados. Não há em outra língua verbete para traduzir esse sentimento.
Saudade boa, saudade, saudade, essa é doce. Dói? Dói sim, mas não é cruel,
é uma dorzinha boa de sentir, leve, que enche o peito, faz sonhar, sorrir, eleva o olhar para o passado, gera suspiros e é,como afirmei, presença da ausência. É presença do que, ou de quem, tivemos e teremos sempre dentro de nós.
Saudade é identificação da ausência. E nada torna mais presente o que está ausente do que sentir saudades. Saudade é vida. Só morremos quando esquecidos, quando não somos mais ausentes em ninguém e isso quer dizer que não existimos mais em nenhuma memória. Saudade boa é consciência de algo ou alguém. Não sentimos nunca saudades do que não nos emocionou, provocou sorrisos, prazer, amor, êxtase, sentimentos verdadeiramente bons. E as músicas, os poemas, os textos, as canções, não servem para outra coisa senão para traduzir o que não conseguimos definir; para falar por nós, ratificar o que sentimos. Então, se por acaso lhe vem à mente uma música antiga ou atual, brega ou moderna, ou se uma paisagem ou um céu estrelado ou uma imagem do passado ou de alguém, lhe surgir na mente; ou se um trecho de um poema, de um texto qualquer, lhe provocar um suspiro, e de repente você sentir saudades. Não se espante, nem se entristeça. Aproveite. Agora se alguém disser que sente saudades de você, comemore duplamente. Triste é não ter do que ou de quem sentir saudades. E mais triste ainda é não deixar saudades em ninguém.

(Maine Virginia Carvalho)

sábado, 1 de dezembro de 2007

A Vida Continua...




A Vida Continua
Mesmo Longe de você
Por mais, falta que você me faça
Tudo passa
Isso também vai passar
(Vai passar)
Vai passar, porque já não é amor
E sempre que for, pensar em você
Carinhosamente vou dizer
A Vida continua
Só nos resta então viver
Com mais, liberdade e alegria
Do que eu tinha
Quando estava com você
Com você, eu aprendi o que é o amor
E sempre que for, pensar em você
Carinhosamente vou dizer
A Vida Continua
A Vida Continua
A Vida Continua
A Vida Continua
Você não sabe o quanto eu caminhei...

(Luciana Mello)